Genograma
disponívelVocê conta quem é quem na família. O desenho se organiza sozinho, na notação de McGoldrick, e o relatório já chega escrito para você revisar.
Você não pensa em onde colocar ninguém
Gerações, casais, irmãos e segundos casamentos vão se acomodando na tela conforme você conta a história. Se quiser mudar alguém de lugar, pode. O que você ajusta fica do seu jeito.
O traçado segue o manual, não a minha opinião
Cada regra do desenho vem do livro de McGoldrick e mostra a página de onde saiu. Quem casou e entrou na família aparece um pouco abaixo e menor, para a ordem de nascimento dos irmãos continuar legível.
O relatório já nasce na estrutura certa
São as 18 seções que a Resolução CFP n.º 06/2019 pede. Dezesseis são montadas a partir do que você registrou. As duas que interpretam chegam marcadas como pendentes, uma a uma, esperando a sua leitura.
Ela não consegue diagnosticar, mesmo que eu quisesse
Isso não é promessa, é trava. Se o texto escorregar para linguagem de diagnóstico, afirmar uma causa, soar categórico demais ou citar uma obra que não existe, ele é barrado antes de chegar às suas mãos.
Ninguém de fora lê o nome de quem você atende
Para escrever o relatório, o sistema conversa com uma inteligência artificial. Antes de mandar qualquer coisa, ele troca todos os nomes por apelidos: Helena vira Pessoa 1, o marido dela vira Pessoa 2. A lista que diz quem é quem não vai junto, fica guardada aqui. Quando o texto volta, os nomes de verdade entram de novo no lugar.
O prontuário continua sendo seu
O Conselho pede que você guarde os registros dos seus atendimentos por pelo menos cinco anos, e essa obrigação é sua, não de um aplicativo. Então aqui não é onde o prontuário mora. Você exporta em PDF e em imagem quando quiser e arquiva onde já arquiva o resto. E o sistema nunca apaga um caso do qual você ainda não tenha uma cópia.